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Programa Oftalmológico: atendimento de qualidade para uma vida melhor

 

Um par de óculos corrige problemas oftalmológicos e ajuda a enxergar o mundo de maneira mais clara, com cores mais vivas e formas mais nítidas. Mas também é possível dizer que os óculos podem mudar o futuro de alguém. Como o do pequeno Cássio Andrade Basílio, de sete anos, que há três meses passou a perceber o mundo de forma diferente.

 

Cássio mora em Vila do Conde, distrito da cidade de Barcarena, município distante uma hora e meia da capital do estado, Belém. Como se espera de uma criança, é agitado e essa agitação parecia ser a explicação para a falta de foco do menino nos estudos. Para a professora da turma de reforço escolar da Casa Imerys, Jane Vieira Batista, era difícil prender a atenção do garoto nos livros por muito tempo.

 

Após uma visita ao oftalmologista, Cássio foi diagnosticado com problemas de visão: 0,25º de perda em um dos olhos e 0,50º no outro. Junto com a consulta ele ganhou gratuitamente os óculos que hoje usa. A partir de então a professora Jane passou a conviver com outro aluno. O menino aparentemente desinteressado se tornou um dos mais dedicados na sala de aula. “Houve uma melhora muito grande no desempenho do Cássio. Hoje ele lê, faz todas as atividades e é um aluno muito aplicado”, declara.

 

Na avaliação da professora, o desempenho de Cássio saltou da nota 1 para a nota 9. “Ainda falta um pouquinho para ele ser um aluno nota 10”, brinca. Mais que isso, os óculos deram ao menino um interesse muito grande pela leitura, o que vai ser decisivo no aprendizado dele daqui para frente. “A leitura é fundamental para desenvolver outras habilidades”, explica Jane.

 

Como Cássio, outros alunos de reforço escolar da Casa Imerys passaram a render mais em sala de aula depois que começaram a usar óculos. Esse público infantil dava indícios de problemas de visão, mas não sabia relatar corretamente os problemas. As queixas mais comuns era vermelhidão nos olhos, ardência e dificuldade de leitura. “Era tudo embaçado”, lembra Cássio.

 

A oportunidade de visitar um oftalmologista veio dentro da Casa Imerys, projeto social da mineradora Imerys, com a implantação recente do Programa Oftalmológico, iniciativa da empresa que realizou em março de 2015 os primeiros atendimentos com foco específico para dois públicos do projeto. “Trabalhamos com turmas de reforço escolar e identificamos que muitas crianças tinham problemas de visão. Temos também turmas de idosos que fazem aulas de dança. Daí a ideia de fazermos atendimentos primeiro para esse público que já tem vínculo com a Casa”, explica Flávia Souza, analista de Projetos Sociais da Imerys.

 

A ação ocorreu dentro da Casa Imerys de Vila do Conde. No primeiro dia de atividades, um especialista realizou palestra sobre saúde dos olhos e fez exames de triagem dos pacientes. No segundo dia, as consultas foram realizadas em uma das salas da Casa, que recebeu um consultório para atendimento básico. Após a consulta, os pacientes que precisavam de correção receberam gratuitamente os óculos de grau.

 

Em meio à carência, uma oportunidade

 

Na primeira ação, o Programa Oftalmológico atendeu cerca de 80 pessoas, entre crianças e idosos, todos moradores de Barcarena. A região é carente e, para muitos, como Cássio, essa foi a primeira ida a um oftalmologista, especialidade médica que não está disponível na rede pública de saúde do município. “Se não fosse o programa talvez eu não comprasse os óculos. Não tenho condições. Sou agradecida porque sei que os óculos vão fazer diferença na educação e no dia a dia dele.”, resume Josiele Andrade, mãe de Cássio.

 

Para Maria Monteiro de Souza, moradora de Vila do Conde há 30 anos, o Programa Oftalmológico foi a oportunidade de atualizar o exame de rotina e trocar os óculos, item indispensável aos 62 anos. Com a iniciativa, a jovem senhora teve a comodidade de ser atendida gratuitamente perto de casa, com conforto, e ainda receber os óculos sem custo. Se tivesse que pagar pela consulta oftalmológica, pelo transporte e pela compra dos óculos, ela estima que gastaria entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, um custo muito além do orçamento da aposentada. “Para mim foi muito bom porque foi um dinheiro que eu não gastei”, revela.

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