Imerys, Transform to perform

Caulim

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A mineração move o mundo: casas são construídas com minerais, carros e celulares só funcionam pela presença de metais e linhas de transmissão são movimentadas pelo minério. É o que afirma o professor do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará (UFPA), Rômulo Simões Angélica, que há 22 anos faz pesquisas sobre os bens minerais. 

O professor revela que dedica tempo às pesquisas sobre o segmento porque acredita no desenvolvimento sustentável e vê a mineração como uma das grandes propulsoras para a geração de renda e postos de trabalho. Segundo dados do Anuário Mineral deste ano, o Pará é um dos maiores produtores de minérios do Brasil. São mais de 20 projetos em todo o estado, incluindo produção de minério de ferro, bauxita, cobre, níquel, manganês, ouro e caulim, entre outros.

Ainda de acordo com os dados da publicação, em 2017, o setor mineral respondeu por 87,5% das exportações estaduais, o que representa US$ 12,6 bilhões; gerou 280 mil empregos diretos e indiretos e, até 2023, trará outros US$ 15 bilhões em investimentos. “A maioria dos paraenses desconhece isso não conhece plenamente esta realidade. O Brasil tem uma balança positiva, que se deve em grande parte ao setor mineral”, observa Rômulo Angélica.

Caulim

No caso do caulim, o Pará é responsável por mais de 90% da produção do Brasil. O país é o quinto maior produtor de caulim do mundo. Sobre o minério, Rômulo Angélica possui amplo conhecimento e coordenou várias publicações, entre elas “O Caulim da Amazônia: da mina ao rejeito mineral”. Nos estudos, o professor descreve as características do minério, suas aplicações, além de esclarecer dúvidas.

O principal mineral presente no caulim é a caulinita, que tem diferentes aplicações industriais: cobertura do papel (é o que dá alvura ao material), cerâmicas, tintas, plásticos, borracha, adesivos, cremes dentais, cosméticos e embalagens de alimento. E algumas dessas aplicações não vem de hoje. Há milênios, os chineses descobriram o uso do caulim para a fabricação de cerâmica e porcelana, após aquecimento à alta temperatura.

O caulim é uma argila e, por isso, está presente nos solos, nas várzeas e margem de rios, o mineral possui caráter inerte, ou seja, não reage no meio físico ou com os humanos. “Do ponto de vista geológico e da constituição dos minerais em solos e sedimentos superficiais, é muito improvável que a caulinita tenha algum tipo de papel nocivo aos organismos vivos”, afirma Rômulo Angélica. O professor também ressalta que o caulim não é tóxico e, portanto, não causa danos à saúde.

Maior planta de caulim

No Pará, a Imerys opera a maior planta de beneficiamento de caulim. Em 2017, a empresa exportou 1,287 milhão de toneladas do minério e gera cerca 1400 empregos, deste total, 70% da mão de obra é composta por paraenses. A Imerys também contribui para o desenvolvimento sustentável das comunidades onde atua. Nos últimos cinco anos cerca de 50 mil pessoas foram beneficiadas com os projetos 


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